
Morrow
Algo embaixo do assoalho que aprendeu seu nome
Categoria de voz
Horror em áudio não é volume. É uma voz ligeiramente errada — calma demais, perto demais, um tempo mais lenta do que uma pessoa seria. A CastDub dá as vozes para isso e o controle fala a fala para colocar o erro exatamente onde a cena precisa.

Morrow
Algo embaixo do assoalho que aprendeu seu nome

Vex
Negocia num tom perfeitamente razoável

Delphi
Responde a pergunta que você deveria ter feito

Sable
Narra as próprias decisões ruins
As amostras são provisórias enquanto o áudio de demonstração público é produzido. Toda voz está disponível em todos os planos — a biblioteca não é paywall.
No cinema, o público vê a ameaça e a tensão vem da expectativa do que ela vai fazer. Em áudio, o público nunca vê nada, e a tensão vem de não conseguir classificar o que está ouvindo. É por isso que as duas ferramentas mais fortes do gênero são a proximidade e a calma: uma voz perto demais do microfone e tranquila demais para a situação obriga o ouvinte a imaginar o corpo que está produzindo aquilo.
A técnica clássica do radioteatro é manter a voz ameaçadora dentro da faixa humana e errá-la em um ponto específico — perto demais, lenta demais, sem a respiração nos lugares certos. Essa é uma das poucas áreas em que a síntese tem vantagem acidental sobre um ator: ela não respira, e a ausência de respiração é exatamente o tipo de erro que o ouvinte sente sem conseguir apontar.
Todo produtor experiente de horror sonoro vai dizer a mesma coisa: o medo mora nos intervalos. Três segundos de silêncio depois de uma fala pesam mais do que qualquer efeito que você coloque ali, porque o ouvinte usa o silêncio para procurar o que vem a seguir e não encontra nada.
Na prática, isso significa escrever a pontuação de propósito e quebrar falas para criar pausas em vez de esperar que o renderizador adivinhe. A CastDub trata cada fala como uma unidade com um intervalo depois, então a diagramação do seu roteiro é literalmente o seu controle de tempo — quebre a frase onde você quer que o ouvinte espere.
Um padrão que funciona com confiabilidade: comece com duas pessoas tendo uma conversa comum, introduza uma fala ligeiramente errada, deixe a conversa comum continuar como se nada tivesse acontecido, e só então volte ao erro. O segundo retorno é onde o ouvinte percebe que ele não imaginou a primeira vez, e é ali que a cena passa a ser de horror.
Para dirigir isso, mantenha quase tudo neutro. Se você marcar doze falas como assustadoras, nenhuma delas é. Marque uma, e as onze em volta viram contexto para ela.
Ficção de horror é explicitamente bem-vinda aqui, inclusive a variedade desagradável. Os limites são sobre pessoas reais, não sobre intensidade. Não gere voz clonada de alguém identificável, não gere áudio dirigido a assustar um indivíduo específico, e não fabrique uma gravação em que uma pessoa real parece dizer algo que não disse.
Isso não é melindre com o gênero. É a diferença entre ficção e arma, e é um limite que o próprio gênero sempre respeitou — o radioteatro de horror assusta com personagem inventado desde sempre, e nunca precisou de nome verdadeiro para funcionar.
Rascunhe a cena sem nenhum grito. Se ela assusta em volume de conversa, vai devastar quando você acrescentar uma única fala levantada.
Escolha uma voz cuja calma não combina com o que ela está dizendo. A ameaça vem do descompasso — uma voz agradável descrevendo algo horrível é pior do que um rosnado.
No Pro, marque falas isoladas como sussurradas em vez de sussurrar a cena inteira. Sussurro só soa íntimo e ameaçador quando está cercado de fala normal.
A pausa é o instrumento. Ponha ponto final onde você quer que o ouvinte espere e quebre falas para criar intervalos. Silêncio é o único efeito de horror que modelo nenhum estraga.
Exporte as faixas separadas no Pro e coloque a voz ameaçadora ligeiramente fora do centro. Horror em áudio é formato de fone; confira do jeito que o seu público vai ouvir.
Gerar de novo uma fala sem alteração devolve o mesmo áudio, então o clássico efeito dobrado sai do editor: duplique a fala, desloque ou mude o tom da cópia e sobreponha as duas. A gente deliberadamente não embute distorção pesada na renderização — distorção é decisão de mixagem, e embutir torna impossível voltar atrás.
Porque o grito diz ao ouvinte onde está o perigo e o tamanho dele. A voz calma esconde as duas coisas, e o ouvinte preenche o buraco com algo pior do que você conseguiria escrever. É a regra mais antiga do radioteatro de horror e ela é anterior a qualquer ferramenta envolvida.
Não na renderização. Isso é reverberação e filtragem, feitas no seu editor sobre a faixa exportada. Gere a interpretação limpa e trate depois — uma renderização limpa pode ser afastada, uma tratada não pode ser limpa.
Ficção não tem problema, inclusive ficção violenta. O que não é permitido é áudio feito para assediar uma pessoa real, ameaça dirigida a indivíduo identificável, ou voz clonada usada para fazer alguém parecer ter dito o que não disse. Esses usos encerram a conta.
Menos do que você imagina. Boa parte do horror em áudio é duas vozes e um narrador, porque o isolamento faz parte do gênero. O limite de dois personagens do plano gratuito cobre uma quantidade surpreendente disso.
Serve, em qualquer plano pago. O Basic dá conta de um episódio semanal; o Pro vale a pena se você quer faixas separadas, porque mixagem de horror depende quase inteiramente de posicionar vozes no espaço. Vale dizer que podcast de terror em português é uma das categorias mais consolidadas do país, com público acostumado a produção caprichada — a régua não é baixa.
Cole um roteiro, deixe a CastDub dar uma voz a cada personagem e exporte um audiodrama pronto.
Criar de graçaSem cartão de crédito. O Free dá um bolo único de créditos.